Sistemas Sociais e Problemas Complexos

Relações. Tudo se resume às relações

O que é?

Para entender um ecosistema social, temos que deslindar a intrincada rede de relações e trocas de incentivos entres os seus elementos (pessoas, empresas, instituições, etc). No contexto actual global, em que os sistemas sociais se tornam cada vez maiores, mais complexos e interligados, estes ecosistemas tornam-se difíceis de entender, de modelar e de cuidar.

O serviço de mapeamento de ecosistemas socias (MES) consiste, não só na listagem dos elementos do ecosistema mas, fundamentalmente nas relações formais, informais, directas, indirectas, explícitas e implícitas entre estes.  

No MES usamos uma poderosa plataforma de visualização de dados que transforma informação complexa em mapas de relações interactivos.

Os fundamentos

Pensamento sistémico

 

A disciplina do pensamento sistémico convida-nos a entender os acontecimentos à nossa volta como resultado de uma série de factores dinâmicos, isto é, em constante alteração. Entender quais as estruturas que estão por detrás dessas dinâmicas é crucial para encontrar medidas, acções e políticas que contribuem para a resolução duradoura de problemas.  

 

Paradigma de redes

 

O paradigma de redes centra a atenção nas relações entre elementos que constituem um ecosistema. Uma rede social é um modelo mais apropriado para entender a forma como o trabalho é realizado numa empresa, como as pessoas se juntam para atingir um determinado propósito, como a inovação acontece e que oportunidades são criadas. A teoria de redes fornece também um enquadramento para calcular um conjuntos de novas métricas matemáticas que nos permitem medir o impacto de políticas e estratégias.

 

Teoria dos sistemas Complexos

É um facto inegável que o mundo se está a tornar cada vez mais interligado, interdependente e imprevisível. Estas são as características essenciais dos sistemas complexos. A ciência da complexidade permite-nos entender melhor esta realidade complexa, incerta e ambígua com um leque de conceitos novos como auto-organização, comportamento emergente, efeito borboleta e limiar do caos.

Porquê?

Permite-nos olhar para os ecosistemas com novas perspectivas

Esta nova geração de mapas de ecosistemas permitem-nos olhar para o mesmo sistema ou problema de uma perspectiva completamente diferente. A diversidade de formas de diagnóstico e análise é a chave para uma intervenção com sucesso.

Descobrir potenciais fontes de inovação e criatividade

A inovação e a criatividade encontram-se na periferia do que nos é conhecido e no cruzamento entre ideias. Um bom mapa não é apenas aquele que nos mostra o que conhecemos, mas aquele que nos convida e explorar o que não sabemos e desconhecemos.  

Potenciar a colaboração e criação de parcerias estratégicas

Através de métricas próprias retiradas da teoria das redes conseguimos, através destes mapas, potenciar a colaboração cirúrgica entre os elementos dos ecosistemas. A nossa atenção enquanto planeadores estratégicos deixa de estar centrada na pequena acção, passando a focar-se na criação de condições para que a acção possa emergir de forma natural a partir dos elementos do ecosistema

Exemplos